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História dos Computadores

A Evolução das Frequências na Quarta Geração

Na quarta geração, a busca por performance levou a uma diferenciação entre a velocidade da placa-mãe e a do processador. Inicialmente, nos modelos 486 de 25 MHz e 33 MHz, a comunicação era síncrona, ou seja, ambos operavam na mesma frequência com um multiplicador de 1x.

No entanto, para superar as limitações físicas das placas-mãe, surgiram os modelos DX-2, que introduziram o multiplicador de 2x. Isso permitiu que um processador de 50 MHz rodasse em uma placa de 25 MHz, e que as versões de 66 MHz e 80 MHz operassem em barramentos de 33 MHz e 40 MHz, respectivamente.

O ápice dessa técnica no 486 ocorreu com a série DX-4, que utilizava um multiplicador de 3x. Graças a esse avanço, foi possível atingir a marca de 75 MHz (em placas de 25 MHz), 100 MHz (em placas de 33 MHz) e até 120 MHz (em placas de 40 MHz), consolidando a estratégia de acelerar o processamento interno sem exigir que toda a arquitetura da placa-mãe acompanhasse o mesmo custo de fabricação.